Uma coisa que eu faço assim que chego nos lugares é andar a pé, com olhar atento aos detalhes que, muitas vezes, nem quem mora na cidade observa. Quero dividir com vocês alguns desses olhares. E eu acho que isso tem muito a ver com nossa compreensão de tempo. Mas, aqui, em Alagoinhas, eu passei a sentir mais o tempo, a perceber um novo ritmo, inquietante, ainda, mas prazeroso também. Isso porque de onde eu vim, da minha amada São Paulo, exagerando bem, contamos o tempo na velocidade das agendas frenéticas. Nesse sentido, é bom frisar que as veias viárias da minha metrópole absorvem boa parte do nosso sangue. Mas, voltando à Alagoinhas, hoje, neste 2 de julho, aniversário da cidade, quero deixar de lado a pluralidade das necessidades urbanas, para compartilhar com vocês alguns olhares que coleciono desse caminho que tenho percorrido por aqui. Olhares na ferrovia, nas praças, nas feiras, no transporte, enfim…Histórias da Gente pelo PodVcast e TV Alagoinhas
O céu é um espetáculo a parte

Na Praça, bate papo com o Ruy Barbosa

O amendoim como adereço

Sensibilidade uberiana

A casa rosada

Na feira, a linda cigana

2023, passou foi rápido
